quarta-feira, 27 de junho de 2007
Projetos
Como tem uns fardados ae que estão bisbilhotando minha vida, eu vou dar um tempo com as historias e vou colocar só algumas idéias que eu ando tendo, depois eu volto a narrar minhas "aventuras"
Uma das idéias é de comer um coelho, eu vi vendendo aqueles branquinhos de olhos vermelhos por 8 reais! Uma pechincha! Basta engorda-lo e depois da para aproveitar ao maximo! Eu fico pensando, se você enforcar um coelho de olhos vermelhos, que cor os olhos dele vão ficar? hahaha!
Mas continuando, pensem quanta coisa, eu li que da para fazer um guisado de 8 porções com um desses, alem da pele para uma bolsa, e as patas para chaveiros, é muito lucro por apenas 8 reais!
Eu como não gosto de ver animais sofrer, pretendo usar o metodo do golpe na nuca antes de fazer a sangria do coelho, até mesmo o sangue eu posso aproveitar para fazer algo, mas o melhor mesmo é fazer o guisado!
Eu logo digo que sou contra violencia contra animais, por mim eu ia em uma maternidade e roubava um bebe rescem nascido de alguma vagabunda, porque ele pode crescer um dia e virar algum "funkeiro" e sair fazendo merda por ai, sem contar que um bebe da bem mais pele e carne que um coelho, a diferença é que o coelho não precisa ser amamentado na idade de venda e ele não chora, mas se não segurar ele bem firme quando for cortar a jugular ele pode se debarter e fazer uma sujeira enorme, ja o bebe simplesmente vai morrer...
Bom, é isso, depois eu venho com algo mais interessante!
Uma das idéias é de comer um coelho, eu vi vendendo aqueles branquinhos de olhos vermelhos por 8 reais! Uma pechincha! Basta engorda-lo e depois da para aproveitar ao maximo! Eu fico pensando, se você enforcar um coelho de olhos vermelhos, que cor os olhos dele vão ficar? hahaha!
Mas continuando, pensem quanta coisa, eu li que da para fazer um guisado de 8 porções com um desses, alem da pele para uma bolsa, e as patas para chaveiros, é muito lucro por apenas 8 reais!
Eu como não gosto de ver animais sofrer, pretendo usar o metodo do golpe na nuca antes de fazer a sangria do coelho, até mesmo o sangue eu posso aproveitar para fazer algo, mas o melhor mesmo é fazer o guisado!
Eu logo digo que sou contra violencia contra animais, por mim eu ia em uma maternidade e roubava um bebe rescem nascido de alguma vagabunda, porque ele pode crescer um dia e virar algum "funkeiro" e sair fazendo merda por ai, sem contar que um bebe da bem mais pele e carne que um coelho, a diferença é que o coelho não precisa ser amamentado na idade de venda e ele não chora, mas se não segurar ele bem firme quando for cortar a jugular ele pode se debarter e fazer uma sujeira enorme, ja o bebe simplesmente vai morrer...
Bom, é isso, depois eu venho com algo mais interessante!
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Uma cena
Esse é só um texto que eu escrevi a um bom tempo atraz descrevendo uma cena que eu imaginei, nada complexo.
(...) e então, o cavaleiro negro, com seus 1 e 80 de altura, sua pesada carapaça de aço escuro como a noite e sua espada cintilante de 1 metro de lamina, encontra uma bela garotinha, loira, pequena, com 4 ou 5 anos de idade, pequenos e belos olhos verdes, labios avermelhados, trajada em um suave vestido florido.
O cavaleiro, ao olhar tamanha graciosidade da pequena criança,encrava sua espada no solo, tira sua lança que estava encaixada em suas largas costas e atravessa ela na garotinha, varando com uma só estocada,de baixo para cima, começando dentre as pequenas e magras pernas e saindo ao topo do crânio, impalando o corpo da pequena com uma perfeição inigualavel.
Um curto e agudo grito é expelido, sendo abafado por um som de borbulhas do sangue que invadia sua garganta, e que logo depois começara a fluir pela fenda que foi aberta em sua cabeça, manchando o loiro dos cabelos com o vermelho do sangue.
O cavaleiro com satisfação levanta a lança segurada por apenas uma das mãos, deixando o corpo da vitima estendido, e ergue sua grossa lança com louvor, como se fosse um totem, um estandarte, um símbulo do que ele acabara de realizar.
Mais adiante da planice de aspécto sombrio e sem vida, de sol alaranjado e pastos marrons, ele ve o vilarejo de onde provavelmente a criança veio, habitada por varias pessoas, e então empunha sua espada com a mão que esta livre e vai com passos largos em direção ao vilarejo, com o fresco cadaver atravessado na lança, pelo qual escorria
o sangue da pequena e em sua outra mão arrastava a enorme espada pelo chão, segurando -a pelo cabo.
Ao chegar no portal do vilarejo observa imovel os olhares de todos os habitantes ao ver a bizarra cena do cavaleiro e seu estandarte de carne, com sangue escorrendo abundantemente pelo cabo até o braço e depois ao chão.
Dentre a onda dos que fugiam com pavor, uma mulher velha e gorda ninha em sua direção, com o rosto vermelho, olhos verdes cheios de lagrimas e cabelos crespos e loiros.
Ao chegar, ela se ajoelha em frente ao cadaver empalado, ergue os braços para o alto e inicia um choro de agonia, um choro que só de ser imaginado amargura os mais alegres corações, o choro de uma dor insuportavel.
O cavaleiro por um estante se emociona, antes de com um único golpe cortar o corpo da mulher de baixo para cima, fazendo com que ela se abrisse ao meio em silêncio, apenas com o som do vento que presencia o fim do sofrimento e da dor da mulher.
O sangue das duas vitimas que espirraram na armadura deixa esta com uma incrivel mistura de vermelho e preto, dando maior grandiosadade a imagem do cavaleiro.
Após o ato de atrocidade, o cavaleiro entra no vilarejo, passando por cima do corpo ao chão, como se este não passasse de vegetação rasteira(...)
(...) e então, o cavaleiro negro, com seus 1 e 80 de altura, sua pesada carapaça de aço escuro como a noite e sua espada cintilante de 1 metro de lamina, encontra uma bela garotinha, loira, pequena, com 4 ou 5 anos de idade, pequenos e belos olhos verdes, labios avermelhados, trajada em um suave vestido florido.
O cavaleiro, ao olhar tamanha graciosidade da pequena criança,encrava sua espada no solo, tira sua lança que estava encaixada em suas largas costas e atravessa ela na garotinha, varando com uma só estocada,de baixo para cima, começando dentre as pequenas e magras pernas e saindo ao topo do crânio, impalando o corpo da pequena com uma perfeição inigualavel.
Um curto e agudo grito é expelido, sendo abafado por um som de borbulhas do sangue que invadia sua garganta, e que logo depois começara a fluir pela fenda que foi aberta em sua cabeça, manchando o loiro dos cabelos com o vermelho do sangue.
O cavaleiro com satisfação levanta a lança segurada por apenas uma das mãos, deixando o corpo da vitima estendido, e ergue sua grossa lança com louvor, como se fosse um totem, um estandarte, um símbulo do que ele acabara de realizar.
Mais adiante da planice de aspécto sombrio e sem vida, de sol alaranjado e pastos marrons, ele ve o vilarejo de onde provavelmente a criança veio, habitada por varias pessoas, e então empunha sua espada com a mão que esta livre e vai com passos largos em direção ao vilarejo, com o fresco cadaver atravessado na lança, pelo qual escorria
o sangue da pequena e em sua outra mão arrastava a enorme espada pelo chão, segurando -a pelo cabo.
Ao chegar no portal do vilarejo observa imovel os olhares de todos os habitantes ao ver a bizarra cena do cavaleiro e seu estandarte de carne, com sangue escorrendo abundantemente pelo cabo até o braço e depois ao chão.
Dentre a onda dos que fugiam com pavor, uma mulher velha e gorda ninha em sua direção, com o rosto vermelho, olhos verdes cheios de lagrimas e cabelos crespos e loiros.
Ao chegar, ela se ajoelha em frente ao cadaver empalado, ergue os braços para o alto e inicia um choro de agonia, um choro que só de ser imaginado amargura os mais alegres corações, o choro de uma dor insuportavel.
O cavaleiro por um estante se emociona, antes de com um único golpe cortar o corpo da mulher de baixo para cima, fazendo com que ela se abrisse ao meio em silêncio, apenas com o som do vento que presencia o fim do sofrimento e da dor da mulher.
O sangue das duas vitimas que espirraram na armadura deixa esta com uma incrivel mistura de vermelho e preto, dando maior grandiosadade a imagem do cavaleiro.
Após o ato de atrocidade, o cavaleiro entra no vilarejo, passando por cima do corpo ao chão, como se este não passasse de vegetação rasteira(...)
Assinar:
Comentários (Atom)