quarta-feira, 27 de junho de 2007
Projetos
Como tem uns fardados ae que estão bisbilhotando minha vida, eu vou dar um tempo com as historias e vou colocar só algumas idéias que eu ando tendo, depois eu volto a narrar minhas "aventuras"
Uma das idéias é de comer um coelho, eu vi vendendo aqueles branquinhos de olhos vermelhos por 8 reais! Uma pechincha! Basta engorda-lo e depois da para aproveitar ao maximo! Eu fico pensando, se você enforcar um coelho de olhos vermelhos, que cor os olhos dele vão ficar? hahaha!
Mas continuando, pensem quanta coisa, eu li que da para fazer um guisado de 8 porções com um desses, alem da pele para uma bolsa, e as patas para chaveiros, é muito lucro por apenas 8 reais!
Eu como não gosto de ver animais sofrer, pretendo usar o metodo do golpe na nuca antes de fazer a sangria do coelho, até mesmo o sangue eu posso aproveitar para fazer algo, mas o melhor mesmo é fazer o guisado!
Eu logo digo que sou contra violencia contra animais, por mim eu ia em uma maternidade e roubava um bebe rescem nascido de alguma vagabunda, porque ele pode crescer um dia e virar algum "funkeiro" e sair fazendo merda por ai, sem contar que um bebe da bem mais pele e carne que um coelho, a diferença é que o coelho não precisa ser amamentado na idade de venda e ele não chora, mas se não segurar ele bem firme quando for cortar a jugular ele pode se debarter e fazer uma sujeira enorme, ja o bebe simplesmente vai morrer...
Bom, é isso, depois eu venho com algo mais interessante!
Uma das idéias é de comer um coelho, eu vi vendendo aqueles branquinhos de olhos vermelhos por 8 reais! Uma pechincha! Basta engorda-lo e depois da para aproveitar ao maximo! Eu fico pensando, se você enforcar um coelho de olhos vermelhos, que cor os olhos dele vão ficar? hahaha!
Mas continuando, pensem quanta coisa, eu li que da para fazer um guisado de 8 porções com um desses, alem da pele para uma bolsa, e as patas para chaveiros, é muito lucro por apenas 8 reais!
Eu como não gosto de ver animais sofrer, pretendo usar o metodo do golpe na nuca antes de fazer a sangria do coelho, até mesmo o sangue eu posso aproveitar para fazer algo, mas o melhor mesmo é fazer o guisado!
Eu logo digo que sou contra violencia contra animais, por mim eu ia em uma maternidade e roubava um bebe rescem nascido de alguma vagabunda, porque ele pode crescer um dia e virar algum "funkeiro" e sair fazendo merda por ai, sem contar que um bebe da bem mais pele e carne que um coelho, a diferença é que o coelho não precisa ser amamentado na idade de venda e ele não chora, mas se não segurar ele bem firme quando for cortar a jugular ele pode se debarter e fazer uma sujeira enorme, ja o bebe simplesmente vai morrer...
Bom, é isso, depois eu venho com algo mais interessante!
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Uma cena
Esse é só um texto que eu escrevi a um bom tempo atraz descrevendo uma cena que eu imaginei, nada complexo.
(...) e então, o cavaleiro negro, com seus 1 e 80 de altura, sua pesada carapaça de aço escuro como a noite e sua espada cintilante de 1 metro de lamina, encontra uma bela garotinha, loira, pequena, com 4 ou 5 anos de idade, pequenos e belos olhos verdes, labios avermelhados, trajada em um suave vestido florido.
O cavaleiro, ao olhar tamanha graciosidade da pequena criança,encrava sua espada no solo, tira sua lança que estava encaixada em suas largas costas e atravessa ela na garotinha, varando com uma só estocada,de baixo para cima, começando dentre as pequenas e magras pernas e saindo ao topo do crânio, impalando o corpo da pequena com uma perfeição inigualavel.
Um curto e agudo grito é expelido, sendo abafado por um som de borbulhas do sangue que invadia sua garganta, e que logo depois começara a fluir pela fenda que foi aberta em sua cabeça, manchando o loiro dos cabelos com o vermelho do sangue.
O cavaleiro com satisfação levanta a lança segurada por apenas uma das mãos, deixando o corpo da vitima estendido, e ergue sua grossa lança com louvor, como se fosse um totem, um estandarte, um símbulo do que ele acabara de realizar.
Mais adiante da planice de aspécto sombrio e sem vida, de sol alaranjado e pastos marrons, ele ve o vilarejo de onde provavelmente a criança veio, habitada por varias pessoas, e então empunha sua espada com a mão que esta livre e vai com passos largos em direção ao vilarejo, com o fresco cadaver atravessado na lança, pelo qual escorria
o sangue da pequena e em sua outra mão arrastava a enorme espada pelo chão, segurando -a pelo cabo.
Ao chegar no portal do vilarejo observa imovel os olhares de todos os habitantes ao ver a bizarra cena do cavaleiro e seu estandarte de carne, com sangue escorrendo abundantemente pelo cabo até o braço e depois ao chão.
Dentre a onda dos que fugiam com pavor, uma mulher velha e gorda ninha em sua direção, com o rosto vermelho, olhos verdes cheios de lagrimas e cabelos crespos e loiros.
Ao chegar, ela se ajoelha em frente ao cadaver empalado, ergue os braços para o alto e inicia um choro de agonia, um choro que só de ser imaginado amargura os mais alegres corações, o choro de uma dor insuportavel.
O cavaleiro por um estante se emociona, antes de com um único golpe cortar o corpo da mulher de baixo para cima, fazendo com que ela se abrisse ao meio em silêncio, apenas com o som do vento que presencia o fim do sofrimento e da dor da mulher.
O sangue das duas vitimas que espirraram na armadura deixa esta com uma incrivel mistura de vermelho e preto, dando maior grandiosadade a imagem do cavaleiro.
Após o ato de atrocidade, o cavaleiro entra no vilarejo, passando por cima do corpo ao chão, como se este não passasse de vegetação rasteira(...)
(...) e então, o cavaleiro negro, com seus 1 e 80 de altura, sua pesada carapaça de aço escuro como a noite e sua espada cintilante de 1 metro de lamina, encontra uma bela garotinha, loira, pequena, com 4 ou 5 anos de idade, pequenos e belos olhos verdes, labios avermelhados, trajada em um suave vestido florido.
O cavaleiro, ao olhar tamanha graciosidade da pequena criança,encrava sua espada no solo, tira sua lança que estava encaixada em suas largas costas e atravessa ela na garotinha, varando com uma só estocada,de baixo para cima, começando dentre as pequenas e magras pernas e saindo ao topo do crânio, impalando o corpo da pequena com uma perfeição inigualavel.
Um curto e agudo grito é expelido, sendo abafado por um som de borbulhas do sangue que invadia sua garganta, e que logo depois começara a fluir pela fenda que foi aberta em sua cabeça, manchando o loiro dos cabelos com o vermelho do sangue.
O cavaleiro com satisfação levanta a lança segurada por apenas uma das mãos, deixando o corpo da vitima estendido, e ergue sua grossa lança com louvor, como se fosse um totem, um estandarte, um símbulo do que ele acabara de realizar.
Mais adiante da planice de aspécto sombrio e sem vida, de sol alaranjado e pastos marrons, ele ve o vilarejo de onde provavelmente a criança veio, habitada por varias pessoas, e então empunha sua espada com a mão que esta livre e vai com passos largos em direção ao vilarejo, com o fresco cadaver atravessado na lança, pelo qual escorria
o sangue da pequena e em sua outra mão arrastava a enorme espada pelo chão, segurando -a pelo cabo.
Ao chegar no portal do vilarejo observa imovel os olhares de todos os habitantes ao ver a bizarra cena do cavaleiro e seu estandarte de carne, com sangue escorrendo abundantemente pelo cabo até o braço e depois ao chão.
Dentre a onda dos que fugiam com pavor, uma mulher velha e gorda ninha em sua direção, com o rosto vermelho, olhos verdes cheios de lagrimas e cabelos crespos e loiros.
Ao chegar, ela se ajoelha em frente ao cadaver empalado, ergue os braços para o alto e inicia um choro de agonia, um choro que só de ser imaginado amargura os mais alegres corações, o choro de uma dor insuportavel.
O cavaleiro por um estante se emociona, antes de com um único golpe cortar o corpo da mulher de baixo para cima, fazendo com que ela se abrisse ao meio em silêncio, apenas com o som do vento que presencia o fim do sofrimento e da dor da mulher.
O sangue das duas vitimas que espirraram na armadura deixa esta com uma incrivel mistura de vermelho e preto, dando maior grandiosadade a imagem do cavaleiro.
Após o ato de atrocidade, o cavaleiro entra no vilarejo, passando por cima do corpo ao chão, como se este não passasse de vegetação rasteira(...)
sábado, 5 de maio de 2007
Prazer até a morte
Eu vou contar agora da minha segunda ou terceira vitima, não me lembre direito da ordem, mas lembro muito bem de como foi.
Foi em um sábado, meus pais tinham viajado para a praia como de costume, eu estava voltando do parque Ibirapuera depois de ter saído com os amigos, mais ou menos umas 22 ou 23, estava uma noite quente, o céu estava sem lua e com poucas estrelas, e eu não estava com o melhor dos humores enquanto voltava para meu lar...foi quando eu a vi, depois de uma curva ela apareceu andando a minha frente, eu não tinha certeza do rosto, mas com a pouca luz era possível ver o rebolado dela, os cabelos sedosos e a pele branca e macia, no momento meu instinto falou mais alto, quando percebi que ela ia passar por uma rua estreita eu me adiantei, dei a volta correndo e pude chegar a tempo a rua que daria de lado para ela, e quando cheguei pude ver o rosto dela de perfil, um rostinho de boneca, provavelmente uns 18 anos,foi ai que tive certeza do que ia fazer, corri em direção a ela e antes que ela pudesse se esquivar empurrei a cabeça dela contra o muro, ela perdeu o equilíbrio mas não caiu, foi então que eu dei outro golpe, no segundo ela caiu com as palmas das mãos no chão para não tocar o rosto no chão, foi então que pisei na cabeça dela e fiz ela finalmente desmaiar.
Arrastei ela para traz de um onibûs estacionado bem escondido das ruas principais, por muita sorte não havia uma alma na rua em pleno sábado, eu não agüentava mais sentir o cheiro do shampoo dela, sentir a pele macia dela e o calor do seu corpo, rasguei a roupa dela e comecei a suga-la do pescoço a cintura, depois tirei a calça jeans dela, que apertava-lhe o quadril de um jeito tentador, abaixei meu zíper e penetrei nela, foi uma sensação de prazer, de poder, instintos a flor da pele, sentia como se não fosse eu mesmo, como se estivesse possuído pelo mal.
Depois de terminar, descansei um pouco ao lado do corpo, quando me recuperei o corpo estava frio, a pouca respiração que ela tinha já havia sumido, eu tinha feito outra vitima...
Fiquei muito mais nervoso que da 1ª vez, eu comecei a me desesperar, não encontrava solução para sumir com aquele corpo, a situação era bem diferente que da 1ª vez, eu me levantei, olhei para todos os lados e não via nada para solucionar o problema, comecei a me afastar do corpo andando de costas, quando eu me virei para sair correndo a razão me disse que não deveria, saber que meu DNA estava espalhado pelo corpo dela me deixou lá, pensando, foi então que eu vi o latão de lixo, um daqueles que as pessoas colocam escombros de construção, mas cheio de lixo, pensei em jogar o corpo dentro, mas sabia que logo encontrariam e eu logo seria pego, foi então que eu tive a idéia, picar o corpo e dividi-lo dentre os inúmeros sacos de lixo, seria complicado, como cortar o corpo?
Abri a mochila que sempre carrego quando saio de casa, só havia um caderno, 3 apostilas e uma camisa da escola, olhei ao meu redor por algum tempo, foi quando eu vi que em uma das casas o muro tira cacos de vidro em seu topo, foi a única solução, enrolei algumas folhas de caderno no maior caco que vi e com muito esforço quebrei ele, ficou pequeno mas afiado, terminei de tirar as roupas e acessórios dela, observei por mais algum tempo seu belo corpo e seu rosto que estava sujo com sangue e deformado com os golpes, peguei fôlego e comecei a cortar um dos braços dela na junção do ombro, meu estomago começou a embrulhar quando o sangue começou a escorrer, eu parei um pouco,arranquei metade das folhas do meu caderno e coloquei embaixo do corpo, e então voltei a cortar.
Pele, carne, músculos, até chegar no osso, me levantei, pisei no peito dela e com um puxão arranquei o braço, fiquei tonto ao ver aquilo, mas sabia que não podia parar, tinha que ir até o final, abri um saco de lixo preto, aquele grandes, o cheiro era insuportável, não dava para ver nada do que tinha dentro, coloquei o braço e quando vi percebi que ele ainda fazia muito volume, apoiei o cotovelo na borda da caçamba e com uma mão em cada extremidade quebrei ele no meio, coloquei dentro do saco, fiz a mesma coisa com o outro braço.
As pernas cortei na virilha, pisei na barriga arranquei a junção da bacia, na hora abri outro saco preto, quebrei do mesmo jeito que o braço, mas no joelho, depois cortei e separei a perna em duas partes e coloquei em sacos separados fazendo a mesma coisa com a outra perna, mas na segunda já não havia mais sacos pretos, tive que tirar o pé e com a perna dividida em 3 partes coloquei cada um em um saco diferente, sempre nos mais vazios e de cor mais escura, nunca em sacos de supermercado.
A cabeça e o tronco foram um problema, o corpo já estava pálido com a perda de sangue e eu já estava todo soado e com as mãos cortadas, exausto, a cabeça eu tirei, cortando a garganta, traquéia, até chegar na espinha, depois pisei novamente no peito e arranquei, a cabeça era muito volumosa, então bati com ela no chão até que o rosto ficasse totalmente deformado, dei um nó nos cabelos, esvaziei 2 sacos de lixo dentro da caçamba e coloquei a cabeça dentro com alguns dos papéis do chão e um pouco do lixo que eu havia tirando de dentro.
O tronco foi meu maior problema, o que fazer com tudo aquilo? Os sacos com os pedaços estavam separados do lado de fora da lixeira, eu procurei um pouco e peguei uma lata de tinta dessas grandes, de tinta para casa, que estava com algumas coisas dentro, esvaziei e fui encaixando o tronco que por muita sorte coube dentro (sorte a minha ter pego logo uma baixinha) e depois coloquei uns plásticos por dentro para disfarçar.
Tudo bem encaixa, mas e o banho de sangue? Havia uma poça enorme que cobria a calçada e que escorria até um bueiro, peguei todos as folhas e coloquei dentro de mais alguns sacos, peguei alguns panos velhos que foram jogados e mais folhas do meu caderno e limpei o maximo que pude, coloquei tudo em sacos.
Mas mesmo assim havia aquela mancha de sangue e o sol já começava a aparecer, tive uma idéia na mesma hora, dei uma volta aos arredores e vi um dos inúmeros cães que de rua que vivem na região, chamei ele, segurei a boca dele e com uma lagrima no olho e
furei o pescoço dele com o vidro...deitei ele com o pescoço em direção ao bueiro e depois que ele parou de sangrar coloquei o pobre animal em cima da mancha de sangue do chão e coloquei o caco de vidro na mochila junto com alguns papéis sujos e com um dente do corpo que estava no chão, como o dia já estava quase claro pude ver se não havia mais nada alem do corpo do cão e a mancha, ajeitei os detalhes finais, troquei minha camisa pela da escola que estava na minha mochila e fui correndo para casa.
Cheguei a portaria e passei normalmente, já que pelo vidro da guarita só de vê do peito para cima, cheguei em casa, gastei um vidro de álcool nas mãos nos cortes, rangendo os dentes para não gritar, tomei um longo banho e deixei minhas roupas de molho, depois do banho joguei o lixo que tinha na minha mochila fora, peguei e limpei o caco de vidro, e fiquei o resto do dia observando ele, sentando na cama, pensando no que eu havia feito aquela noite...
Foi em um sábado, meus pais tinham viajado para a praia como de costume, eu estava voltando do parque Ibirapuera depois de ter saído com os amigos, mais ou menos umas 22 ou 23, estava uma noite quente, o céu estava sem lua e com poucas estrelas, e eu não estava com o melhor dos humores enquanto voltava para meu lar...foi quando eu a vi, depois de uma curva ela apareceu andando a minha frente, eu não tinha certeza do rosto, mas com a pouca luz era possível ver o rebolado dela, os cabelos sedosos e a pele branca e macia, no momento meu instinto falou mais alto, quando percebi que ela ia passar por uma rua estreita eu me adiantei, dei a volta correndo e pude chegar a tempo a rua que daria de lado para ela, e quando cheguei pude ver o rosto dela de perfil, um rostinho de boneca, provavelmente uns 18 anos,foi ai que tive certeza do que ia fazer, corri em direção a ela e antes que ela pudesse se esquivar empurrei a cabeça dela contra o muro, ela perdeu o equilíbrio mas não caiu, foi então que eu dei outro golpe, no segundo ela caiu com as palmas das mãos no chão para não tocar o rosto no chão, foi então que pisei na cabeça dela e fiz ela finalmente desmaiar.
Arrastei ela para traz de um onibûs estacionado bem escondido das ruas principais, por muita sorte não havia uma alma na rua em pleno sábado, eu não agüentava mais sentir o cheiro do shampoo dela, sentir a pele macia dela e o calor do seu corpo, rasguei a roupa dela e comecei a suga-la do pescoço a cintura, depois tirei a calça jeans dela, que apertava-lhe o quadril de um jeito tentador, abaixei meu zíper e penetrei nela, foi uma sensação de prazer, de poder, instintos a flor da pele, sentia como se não fosse eu mesmo, como se estivesse possuído pelo mal.
Depois de terminar, descansei um pouco ao lado do corpo, quando me recuperei o corpo estava frio, a pouca respiração que ela tinha já havia sumido, eu tinha feito outra vitima...
Fiquei muito mais nervoso que da 1ª vez, eu comecei a me desesperar, não encontrava solução para sumir com aquele corpo, a situação era bem diferente que da 1ª vez, eu me levantei, olhei para todos os lados e não via nada para solucionar o problema, comecei a me afastar do corpo andando de costas, quando eu me virei para sair correndo a razão me disse que não deveria, saber que meu DNA estava espalhado pelo corpo dela me deixou lá, pensando, foi então que eu vi o latão de lixo, um daqueles que as pessoas colocam escombros de construção, mas cheio de lixo, pensei em jogar o corpo dentro, mas sabia que logo encontrariam e eu logo seria pego, foi então que eu tive a idéia, picar o corpo e dividi-lo dentre os inúmeros sacos de lixo, seria complicado, como cortar o corpo?
Abri a mochila que sempre carrego quando saio de casa, só havia um caderno, 3 apostilas e uma camisa da escola, olhei ao meu redor por algum tempo, foi quando eu vi que em uma das casas o muro tira cacos de vidro em seu topo, foi a única solução, enrolei algumas folhas de caderno no maior caco que vi e com muito esforço quebrei ele, ficou pequeno mas afiado, terminei de tirar as roupas e acessórios dela, observei por mais algum tempo seu belo corpo e seu rosto que estava sujo com sangue e deformado com os golpes, peguei fôlego e comecei a cortar um dos braços dela na junção do ombro, meu estomago começou a embrulhar quando o sangue começou a escorrer, eu parei um pouco,arranquei metade das folhas do meu caderno e coloquei embaixo do corpo, e então voltei a cortar.
Pele, carne, músculos, até chegar no osso, me levantei, pisei no peito dela e com um puxão arranquei o braço, fiquei tonto ao ver aquilo, mas sabia que não podia parar, tinha que ir até o final, abri um saco de lixo preto, aquele grandes, o cheiro era insuportável, não dava para ver nada do que tinha dentro, coloquei o braço e quando vi percebi que ele ainda fazia muito volume, apoiei o cotovelo na borda da caçamba e com uma mão em cada extremidade quebrei ele no meio, coloquei dentro do saco, fiz a mesma coisa com o outro braço.
As pernas cortei na virilha, pisei na barriga arranquei a junção da bacia, na hora abri outro saco preto, quebrei do mesmo jeito que o braço, mas no joelho, depois cortei e separei a perna em duas partes e coloquei em sacos separados fazendo a mesma coisa com a outra perna, mas na segunda já não havia mais sacos pretos, tive que tirar o pé e com a perna dividida em 3 partes coloquei cada um em um saco diferente, sempre nos mais vazios e de cor mais escura, nunca em sacos de supermercado.
A cabeça e o tronco foram um problema, o corpo já estava pálido com a perda de sangue e eu já estava todo soado e com as mãos cortadas, exausto, a cabeça eu tirei, cortando a garganta, traquéia, até chegar na espinha, depois pisei novamente no peito e arranquei, a cabeça era muito volumosa, então bati com ela no chão até que o rosto ficasse totalmente deformado, dei um nó nos cabelos, esvaziei 2 sacos de lixo dentro da caçamba e coloquei a cabeça dentro com alguns dos papéis do chão e um pouco do lixo que eu havia tirando de dentro.
O tronco foi meu maior problema, o que fazer com tudo aquilo? Os sacos com os pedaços estavam separados do lado de fora da lixeira, eu procurei um pouco e peguei uma lata de tinta dessas grandes, de tinta para casa, que estava com algumas coisas dentro, esvaziei e fui encaixando o tronco que por muita sorte coube dentro (sorte a minha ter pego logo uma baixinha) e depois coloquei uns plásticos por dentro para disfarçar.
Tudo bem encaixa, mas e o banho de sangue? Havia uma poça enorme que cobria a calçada e que escorria até um bueiro, peguei todos as folhas e coloquei dentro de mais alguns sacos, peguei alguns panos velhos que foram jogados e mais folhas do meu caderno e limpei o maximo que pude, coloquei tudo em sacos.
Mas mesmo assim havia aquela mancha de sangue e o sol já começava a aparecer, tive uma idéia na mesma hora, dei uma volta aos arredores e vi um dos inúmeros cães que de rua que vivem na região, chamei ele, segurei a boca dele e com uma lagrima no olho e
furei o pescoço dele com o vidro...deitei ele com o pescoço em direção ao bueiro e depois que ele parou de sangrar coloquei o pobre animal em cima da mancha de sangue do chão e coloquei o caco de vidro na mochila junto com alguns papéis sujos e com um dente do corpo que estava no chão, como o dia já estava quase claro pude ver se não havia mais nada alem do corpo do cão e a mancha, ajeitei os detalhes finais, troquei minha camisa pela da escola que estava na minha mochila e fui correndo para casa.
Cheguei a portaria e passei normalmente, já que pelo vidro da guarita só de vê do peito para cima, cheguei em casa, gastei um vidro de álcool nas mãos nos cortes, rangendo os dentes para não gritar, tomei um longo banho e deixei minhas roupas de molho, depois do banho joguei o lixo que tinha na minha mochila fora, peguei e limpei o caco de vidro, e fiquei o resto do dia observando ele, sentando na cama, pensando no que eu havia feito aquela noite...
Durante a aula de história
Isso que eu vou escrever agora não ocorreu de verdade, seria legal se tivesse, mas não ocorreu, eu só escrevi isso durante uma das minhas animadas aulas de história do 3° ano.
Expulso da aula? Sai, mas sai com toda a raiva que juntei em silêncio, para cada vidraça das portas que eu quebrava com socos, mais minha raiva crescia, enquanto eu ia em direção a coordenação.
Não pensei duas vezes, já estava em maus lençóis, peguei o extintor que estava na parede e o atirei com as duas mãos em direção ao grande vidro que separa alunos e professores. Não parei, peguei com minhas mãos cheias do meu próprio sangue um dos cacos de vidro que quebrei e o enfiei no pescoço de alguem que tentou me segurar, cujo nem o rosto vi pois etava cego com a fúria.
Continuei meu caminho dando a volta e indo em direção a saida, usando os diversos extintores que estavam em meu caminho para nocaltear qualquer um que aparecia em meu caminho, usando um ultimo para quebrar a porta de vidro da entrada da escola, dando três ou quatro pancadas para que ela virasse cacos no chão.
Vejo um carro do lado de fora e logo quebro o vidro dele com meu cotovelo, abrindo ele e entrando.Dentro encontro algumas coisas como um pano que enrolo na minha mão cortada e um cano de ferro que estava no banco traseiro que eu pego e logo saio do carro.
Do lado de fora vejo alguem e logo acerto a cabeça com três golpes do cano, derrubando o alvo no chão e seguindo meu caminho até ver três homens de uniforme segurando seus cacetetes, vou em direção a eles e dou uma estocada na boca de um deles com o cano, e logo os outros dois me acertam repetidamente...até que eu apaguei.
Expulso da aula? Sai, mas sai com toda a raiva que juntei em silêncio, para cada vidraça das portas que eu quebrava com socos, mais minha raiva crescia, enquanto eu ia em direção a coordenação.
Não pensei duas vezes, já estava em maus lençóis, peguei o extintor que estava na parede e o atirei com as duas mãos em direção ao grande vidro que separa alunos e professores. Não parei, peguei com minhas mãos cheias do meu próprio sangue um dos cacos de vidro que quebrei e o enfiei no pescoço de alguem que tentou me segurar, cujo nem o rosto vi pois etava cego com a fúria.
Continuei meu caminho dando a volta e indo em direção a saida, usando os diversos extintores que estavam em meu caminho para nocaltear qualquer um que aparecia em meu caminho, usando um ultimo para quebrar a porta de vidro da entrada da escola, dando três ou quatro pancadas para que ela virasse cacos no chão.
Vejo um carro do lado de fora e logo quebro o vidro dele com meu cotovelo, abrindo ele e entrando.Dentro encontro algumas coisas como um pano que enrolo na minha mão cortada e um cano de ferro que estava no banco traseiro que eu pego e logo saio do carro.
Do lado de fora vejo alguem e logo acerto a cabeça com três golpes do cano, derrubando o alvo no chão e seguindo meu caminho até ver três homens de uniforme segurando seus cacetetes, vou em direção a eles e dou uma estocada na boca de um deles com o cano, e logo os outros dois me acertam repetidamente...até que eu apaguei.
quinta-feira, 3 de maio de 2007
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Uma noite desagradavel
Eu vou contar como foi a minha primeira vitima, sabem como dizem, que a primeira vez nunca esquecemos, e é verdade, até hoje eu sinto o cheiro do garoto que perdeu a vida em minhas mãos.
Eu estava com 16 anos, na idade rebelde da vida, sai de casa de madrugada em uma sexta feira, entre 1 ou 2 da manhã as escondidas, como eu sempre ficava na frente do computador até amanhecer meus pais nem sentiriam minha falta, o grande desafio era abrir o portão e passar pela portaria do condominio sem chamar a atenção e até que foi facil, o portão eu abri extremamente devagar, e passar pela portaria foi apenas uma questão de esperar a saida de carros abrir e passar abaixado por ela, ninguem percebeu.
Eu estava com 5 ou 6 reais na carteira e resolvi ir até algum bar jogar sinuca, perto de onde eu moro tem vários espalhados mas muitos poucos ficam abertos a esse horario, mas por sorte eu encontrei um com 3 homens jogando e bebendo, todos de aparencia pobre.
Na ocasião minha barba estava grande e eu aparentava ter uns 20 anos, isso evitou suspeitas durante o jogo.
Depois de ganhar algumas rodadas das quais o dono também jogava eu descobri que o jogo valia bebida e como meu parceiro jogava muito bem, acabamos ganhando tudo em pinga, eu não tive escolha, acabei dividindo uma garrafa com meu parceiro.
Depois disso o bar fechou com o dono muito bravo pela perda e todos foram para suas casas, mas eu queria mais, o calor do alcool estava me deixando com uma vontade de fazer algo alem do cotidiano, então eu fiquei andando por um tempo dentre as casas do região.
Até eu chegar a avenida, foi lá que eu vi ele, um rapaz jovem, provavelmente da mesma idade que eu com um grupinho de mesma faixa, todos com aparencia cansada quando eu me dei conta que ele se despediu e foi em direção oposta aos demais.
Eu até hoje não sei o porque, mas eu segui o rapaz que estava destraido, seguindo sempre a uma distancia moderada dele, até que ele me viu, olhou para mim com uma expressão zombadora e começou a falar em voz alta algumas palavras que eu não entendi muito bem, e então pegou algumas pequenas pedras que estavam em uma pilha de escombros de uma casa em construção e as jogou em mim...
O ódio que eu senti no momento era indescritivel,por mais que ele só tenha acertado uma em meu ombro, era como se todas as pessoas que ja zombaram de mim estivessem jogando pedras ao mesmo tempo, como aquele rapaz, foi a hora do ataque, com um impulso só eu me joguei contra ele e o derrubei no chão, ele começou a gritar e eu tive que tapar a boca dele com uma das mãos, enquanto com a outra eu o segurei pelo pescoço e arrastei para dentro da construção.
Ele se debatia muito, mas minha raiva me dava força o suficiente para segura-lo firme com o braço em volta de seu pescoço, como aplicando um "mata leão".
Ele mordeu a palma da minha mão, foi a gota d'agua, por um instante eu peguei um tijolo vermelho de uma pilha perto de nós com a mão que eu soltei da boca dele e antes que dele pegar folego para gritar denovo acertei ele com um golpe forte na cabeça, seguido de mais 2 ou 3 no mesmo lugar.
Depois disso eu soltei o corpo desacordado dele, e com o impulso da raiva que a mordida me causou eu continuei a golpear a cabeça dele com o mesmo bloco durante algum tempo...quando me dei conta ele ja estava morto.
Eu não senti e não sinto até hoje remorso do que eu fiz, talvez por isso que a solução tenha sido tão simples, uma pá enferrujada estava jogada em um canto mais iluminado pelo poste da rua como se estivesse esperando por mim, em mal estado, provavelmente descartada por um dos pedreiros, mas boa o suficiente para cavar um buraco fundo, que levei um bom tempo cavando em uma das parte que ainda não foram acimentadas no solo da construção, uma parte que sem duvidas iam cubrir de cimento algum tempo depois.
Joguei o corpo e o tijolo no buraco que tinha uma boa profundidade, fundo o bastante para chegar aos meus joelhos, e largo o bastante para encaixar com um pouco de dificuldade o rapaz.
Depois de cobrir o buraco, empilhei todos os blocos que estavam em um canto das paredes rescem erguidas na cova, para que a terra não ficasse fofa e não desse suspeitas no dia seguinte.
Depois com a pouca luz que tinha olhei ao redor para ver se não havia sangue e voltei caminhando calmamente para minha casa.
Ao chegar usando o mesmo metodo para sair, me limpei do suor e da terra, e também pude perceber que por sorte eu havia saido com uma camiseta preta, que desfaçou as manchas de sangue e fiquei deitado na cama até amanhecer pensando se iam achar o corpo.
Hoje quando eu passo pela casa que agora esta terminada sorrio pensando que os ossos do rapaz sumido esta enterrado e acimentado lá, e que foi muita sorte minha não terem
feito um porão na casa!
Eu estava com 16 anos, na idade rebelde da vida, sai de casa de madrugada em uma sexta feira, entre 1 ou 2 da manhã as escondidas, como eu sempre ficava na frente do computador até amanhecer meus pais nem sentiriam minha falta, o grande desafio era abrir o portão e passar pela portaria do condominio sem chamar a atenção e até que foi facil, o portão eu abri extremamente devagar, e passar pela portaria foi apenas uma questão de esperar a saida de carros abrir e passar abaixado por ela, ninguem percebeu.
Eu estava com 5 ou 6 reais na carteira e resolvi ir até algum bar jogar sinuca, perto de onde eu moro tem vários espalhados mas muitos poucos ficam abertos a esse horario, mas por sorte eu encontrei um com 3 homens jogando e bebendo, todos de aparencia pobre.
Na ocasião minha barba estava grande e eu aparentava ter uns 20 anos, isso evitou suspeitas durante o jogo.
Depois de ganhar algumas rodadas das quais o dono também jogava eu descobri que o jogo valia bebida e como meu parceiro jogava muito bem, acabamos ganhando tudo em pinga, eu não tive escolha, acabei dividindo uma garrafa com meu parceiro.
Depois disso o bar fechou com o dono muito bravo pela perda e todos foram para suas casas, mas eu queria mais, o calor do alcool estava me deixando com uma vontade de fazer algo alem do cotidiano, então eu fiquei andando por um tempo dentre as casas do região.
Até eu chegar a avenida, foi lá que eu vi ele, um rapaz jovem, provavelmente da mesma idade que eu com um grupinho de mesma faixa, todos com aparencia cansada quando eu me dei conta que ele se despediu e foi em direção oposta aos demais.
Eu até hoje não sei o porque, mas eu segui o rapaz que estava destraido, seguindo sempre a uma distancia moderada dele, até que ele me viu, olhou para mim com uma expressão zombadora e começou a falar em voz alta algumas palavras que eu não entendi muito bem, e então pegou algumas pequenas pedras que estavam em uma pilha de escombros de uma casa em construção e as jogou em mim...
O ódio que eu senti no momento era indescritivel,por mais que ele só tenha acertado uma em meu ombro, era como se todas as pessoas que ja zombaram de mim estivessem jogando pedras ao mesmo tempo, como aquele rapaz, foi a hora do ataque, com um impulso só eu me joguei contra ele e o derrubei no chão, ele começou a gritar e eu tive que tapar a boca dele com uma das mãos, enquanto com a outra eu o segurei pelo pescoço e arrastei para dentro da construção.
Ele se debatia muito, mas minha raiva me dava força o suficiente para segura-lo firme com o braço em volta de seu pescoço, como aplicando um "mata leão".
Ele mordeu a palma da minha mão, foi a gota d'agua, por um instante eu peguei um tijolo vermelho de uma pilha perto de nós com a mão que eu soltei da boca dele e antes que dele pegar folego para gritar denovo acertei ele com um golpe forte na cabeça, seguido de mais 2 ou 3 no mesmo lugar.
Depois disso eu soltei o corpo desacordado dele, e com o impulso da raiva que a mordida me causou eu continuei a golpear a cabeça dele com o mesmo bloco durante algum tempo...quando me dei conta ele ja estava morto.
Eu não senti e não sinto até hoje remorso do que eu fiz, talvez por isso que a solução tenha sido tão simples, uma pá enferrujada estava jogada em um canto mais iluminado pelo poste da rua como se estivesse esperando por mim, em mal estado, provavelmente descartada por um dos pedreiros, mas boa o suficiente para cavar um buraco fundo, que levei um bom tempo cavando em uma das parte que ainda não foram acimentadas no solo da construção, uma parte que sem duvidas iam cubrir de cimento algum tempo depois.
Joguei o corpo e o tijolo no buraco que tinha uma boa profundidade, fundo o bastante para chegar aos meus joelhos, e largo o bastante para encaixar com um pouco de dificuldade o rapaz.
Depois de cobrir o buraco, empilhei todos os blocos que estavam em um canto das paredes rescem erguidas na cova, para que a terra não ficasse fofa e não desse suspeitas no dia seguinte.
Depois com a pouca luz que tinha olhei ao redor para ver se não havia sangue e voltei caminhando calmamente para minha casa.
Ao chegar usando o mesmo metodo para sair, me limpei do suor e da terra, e também pude perceber que por sorte eu havia saido com uma camiseta preta, que desfaçou as manchas de sangue e fiquei deitado na cama até amanhecer pensando se iam achar o corpo.
Hoje quando eu passo pela casa que agora esta terminada sorrio pensando que os ossos do rapaz sumido esta enterrado e acimentado lá, e que foi muita sorte minha não terem
feito um porão na casa!
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