Eu vou contar agora da minha segunda ou terceira vitima, não me lembre direito da ordem, mas lembro muito bem de como foi.
Foi em um sábado, meus pais tinham viajado para a praia como de costume, eu estava voltando do parque Ibirapuera depois de ter saído com os amigos, mais ou menos umas 22 ou 23, estava uma noite quente, o céu estava sem lua e com poucas estrelas, e eu não estava com o melhor dos humores enquanto voltava para meu lar...foi quando eu a vi, depois de uma curva ela apareceu andando a minha frente, eu não tinha certeza do rosto, mas com a pouca luz era possível ver o rebolado dela, os cabelos sedosos e a pele branca e macia, no momento meu instinto falou mais alto, quando percebi que ela ia passar por uma rua estreita eu me adiantei, dei a volta correndo e pude chegar a tempo a rua que daria de lado para ela, e quando cheguei pude ver o rosto dela de perfil, um rostinho de boneca, provavelmente uns 18 anos,foi ai que tive certeza do que ia fazer, corri em direção a ela e antes que ela pudesse se esquivar empurrei a cabeça dela contra o muro, ela perdeu o equilíbrio mas não caiu, foi então que eu dei outro golpe, no segundo ela caiu com as palmas das mãos no chão para não tocar o rosto no chão, foi então que pisei na cabeça dela e fiz ela finalmente desmaiar.
Arrastei ela para traz de um onibûs estacionado bem escondido das ruas principais, por muita sorte não havia uma alma na rua em pleno sábado, eu não agüentava mais sentir o cheiro do shampoo dela, sentir a pele macia dela e o calor do seu corpo, rasguei a roupa dela e comecei a suga-la do pescoço a cintura, depois tirei a calça jeans dela, que apertava-lhe o quadril de um jeito tentador, abaixei meu zíper e penetrei nela, foi uma sensação de prazer, de poder, instintos a flor da pele, sentia como se não fosse eu mesmo, como se estivesse possuído pelo mal.
Depois de terminar, descansei um pouco ao lado do corpo, quando me recuperei o corpo estava frio, a pouca respiração que ela tinha já havia sumido, eu tinha feito outra vitima...
Fiquei muito mais nervoso que da 1ª vez, eu comecei a me desesperar, não encontrava solução para sumir com aquele corpo, a situação era bem diferente que da 1ª vez, eu me levantei, olhei para todos os lados e não via nada para solucionar o problema, comecei a me afastar do corpo andando de costas, quando eu me virei para sair correndo a razão me disse que não deveria, saber que meu DNA estava espalhado pelo corpo dela me deixou lá, pensando, foi então que eu vi o latão de lixo, um daqueles que as pessoas colocam escombros de construção, mas cheio de lixo, pensei em jogar o corpo dentro, mas sabia que logo encontrariam e eu logo seria pego, foi então que eu tive a idéia, picar o corpo e dividi-lo dentre os inúmeros sacos de lixo, seria complicado, como cortar o corpo?
Abri a mochila que sempre carrego quando saio de casa, só havia um caderno, 3 apostilas e uma camisa da escola, olhei ao meu redor por algum tempo, foi quando eu vi que em uma das casas o muro tira cacos de vidro em seu topo, foi a única solução, enrolei algumas folhas de caderno no maior caco que vi e com muito esforço quebrei ele, ficou pequeno mas afiado, terminei de tirar as roupas e acessórios dela, observei por mais algum tempo seu belo corpo e seu rosto que estava sujo com sangue e deformado com os golpes, peguei fôlego e comecei a cortar um dos braços dela na junção do ombro, meu estomago começou a embrulhar quando o sangue começou a escorrer, eu parei um pouco,arranquei metade das folhas do meu caderno e coloquei embaixo do corpo, e então voltei a cortar.
Pele, carne, músculos, até chegar no osso, me levantei, pisei no peito dela e com um puxão arranquei o braço, fiquei tonto ao ver aquilo, mas sabia que não podia parar, tinha que ir até o final, abri um saco de lixo preto, aquele grandes, o cheiro era insuportável, não dava para ver nada do que tinha dentro, coloquei o braço e quando vi percebi que ele ainda fazia muito volume, apoiei o cotovelo na borda da caçamba e com uma mão em cada extremidade quebrei ele no meio, coloquei dentro do saco, fiz a mesma coisa com o outro braço.
As pernas cortei na virilha, pisei na barriga arranquei a junção da bacia, na hora abri outro saco preto, quebrei do mesmo jeito que o braço, mas no joelho, depois cortei e separei a perna em duas partes e coloquei em sacos separados fazendo a mesma coisa com a outra perna, mas na segunda já não havia mais sacos pretos, tive que tirar o pé e com a perna dividida em 3 partes coloquei cada um em um saco diferente, sempre nos mais vazios e de cor mais escura, nunca em sacos de supermercado.
A cabeça e o tronco foram um problema, o corpo já estava pálido com a perda de sangue e eu já estava todo soado e com as mãos cortadas, exausto, a cabeça eu tirei, cortando a garganta, traquéia, até chegar na espinha, depois pisei novamente no peito e arranquei, a cabeça era muito volumosa, então bati com ela no chão até que o rosto ficasse totalmente deformado, dei um nó nos cabelos, esvaziei 2 sacos de lixo dentro da caçamba e coloquei a cabeça dentro com alguns dos papéis do chão e um pouco do lixo que eu havia tirando de dentro.
O tronco foi meu maior problema, o que fazer com tudo aquilo? Os sacos com os pedaços estavam separados do lado de fora da lixeira, eu procurei um pouco e peguei uma lata de tinta dessas grandes, de tinta para casa, que estava com algumas coisas dentro, esvaziei e fui encaixando o tronco que por muita sorte coube dentro (sorte a minha ter pego logo uma baixinha) e depois coloquei uns plásticos por dentro para disfarçar.
Tudo bem encaixa, mas e o banho de sangue? Havia uma poça enorme que cobria a calçada e que escorria até um bueiro, peguei todos as folhas e coloquei dentro de mais alguns sacos, peguei alguns panos velhos que foram jogados e mais folhas do meu caderno e limpei o maximo que pude, coloquei tudo em sacos.
Mas mesmo assim havia aquela mancha de sangue e o sol já começava a aparecer, tive uma idéia na mesma hora, dei uma volta aos arredores e vi um dos inúmeros cães que de rua que vivem na região, chamei ele, segurei a boca dele e com uma lagrima no olho e
furei o pescoço dele com o vidro...deitei ele com o pescoço em direção ao bueiro e depois que ele parou de sangrar coloquei o pobre animal em cima da mancha de sangue do chão e coloquei o caco de vidro na mochila junto com alguns papéis sujos e com um dente do corpo que estava no chão, como o dia já estava quase claro pude ver se não havia mais nada alem do corpo do cão e a mancha, ajeitei os detalhes finais, troquei minha camisa pela da escola que estava na minha mochila e fui correndo para casa.
Cheguei a portaria e passei normalmente, já que pelo vidro da guarita só de vê do peito para cima, cheguei em casa, gastei um vidro de álcool nas mãos nos cortes, rangendo os dentes para não gritar, tomei um longo banho e deixei minhas roupas de molho, depois do banho joguei o lixo que tinha na minha mochila fora, peguei e limpei o caco de vidro, e fiquei o resto do dia observando ele, sentando na cama, pensando no que eu havia feito aquela noite...
sábado, 5 de maio de 2007
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